Brandbook é um documento que reúne as principais diretrizes de uma marca, explicando quem ela é, como deve se comunicar, como deve ser apresentada visualmente e como precisa ser aplicada em diferentes canais e materiais.
De forma simples, brandbook é o guia da marca.
Ele orienta o uso correto da identidade visual, do tom de voz, das mensagens, dos elementos gráficos e do posicionamento da marca. Por isso, é uma ferramenta essencial para manter consistência em campanhas, redes sociais, sites, apresentações, anúncios, materiais impressos, atendimento, vídeos e qualquer outro ponto de contato com o público.
Um brandbook pode incluir:
- Propósito.
- Missão.
- Visão.
- Valores.
- Posicionamento.
- Personalidade da marca.
- Tom de voz.
- Mensagens-chave.
- Logo.
- Cores.
- Tipografia.
- Ícones.
- Grafismos.
- Estilo de imagens.
- Aplicações corretas.
- Usos incorretos.
- Exemplos de comunicação.
Mais do que um documento visual, o brandbook ajuda a transformar a marca em um sistema claro, reconhecível e coerente.
Para que serve um brandbook?
O brandbook serve para orientar todas as pessoas que criam, revisam ou aplicam materiais da marca.
Ele ajuda designers, redatores, social media, agências, equipes de marketing, vendas, atendimento, comunicação interna, fornecedores e gestores a seguirem a mesma direção.
Na prática, o brandbook serve para:
- Padronizar o uso da marca.
- Evitar aplicações incorretas da logo.
- Manter consistência visual.
- Definir o tom de voz.
- Orientar campanhas.
- Alinhar equipes internas.
- Facilitar a criação de materiais.
- Reduzir retrabalho.
- Fortalecer o reconhecimento da marca.
- Melhorar a percepção profissional.
- Proteger a identidade da empresa.
- Garantir coerência entre canais.
- Apoiar branding e marketing.
- Facilitar o onboarding de novos colaboradores e fornecedores.
Sem um brandbook, cada pessoa pode interpretar a marca de um jeito. Com isso, a comunicação fica fragmentada.
Por que o brandbook é importante?
O brandbook é importante porque marcas fortes dependem de consistência.
Uma marca não é construída apenas por um logo bonito ou por uma campanha criativa. Ela é construída pela repetição coerente de elementos, mensagens, experiências e comportamentos ao longo do tempo.
Quando uma empresa usa uma cor em cada material, muda o tom de voz a cada campanha, aplica a logo de forma errada ou comunica mensagens contraditórias, o público tem mais dificuldade de reconhecê-la e confiar nela.
O brandbook ajuda a evitar isso.
Ele garante que a marca seja:
- Mais reconhecível.
- Mais organizada.
- Mais profissional.
- Mais confiável.
- Mais coerente.
- Mais fácil de aplicar.
- Mais fácil de escalar.
- Mais memorável.
Consistência não significa repetição sem criatividade. Significa ter uma base clara para que a criatividade aconteça sem descaracterizar a marca.
Brandbook é o mesmo que manual de marca?
Brandbook e manual de marca são parecidos, mas não são exatamente a mesma coisa.
O manual de marca costuma ser mais técnico e visual. Ele geralmente traz regras para uso da identidade visual, como logo, cores, tipografia, área de proteção, redução mínima e aplicações corretas.
Já o brandbook costuma ser mais amplo. Além das regras visuais, ele pode incluir estratégia, personalidade, linguagem, posicionamento, propósito, valores, tom de voz e mensagens-chave.
Resumo:
- Manual de marca: foca mais nas regras visuais.
- Brandbook: reúne estratégia, linguagem, identidade visual e diretrizes de comunicação.
Em alguns contextos, os termos são usados como sinônimos. Mas, em projetos mais completos, o brandbook vai além do visual.
Brandbook é o mesmo que identidade visual?
Não. A identidade visual é uma parte do brandbook.
A identidade visual inclui elementos como:
- Logo.
- Cores.
- Tipografia.
- Ícones.
- Grafismos.
- Estilo fotográfico.
- Layouts.
- Elementos gráficos.
O brandbook pode incluir tudo isso, mas também traz elementos estratégicos e verbais, como posicionamento, tom de voz, mensagens e personalidade da marca.
Ou seja:
- Identidade visual mostra como a marca aparece.
- Brandbook mostra como a marca é, fala, se posiciona e aparece.
Brandbook é o mesmo que branding?
Não. Branding é o processo de gestão da marca.
Brandbook é o documento que registra as diretrizes dessa gestão.
O branding envolve tudo o que ajuda a construir percepção de marca: posicionamento, comunicação, experiência, cultura, design, atendimento, reputação e relacionamento com o público.
O brandbook organiza parte importante dessa estratégia em um guia prático.
Em outras palavras:
- Branding é o processo.
- Brandbook é uma ferramenta desse processo.
O que deve ter em um brandbook?
Um brandbook pode ser simples ou muito completo, dependendo do tamanho e da maturidade da marca.
Mas alguns elementos são bastante comuns.
1. Apresentação da marca
A apresentação explica quem é a marca.
Pode incluir:
- Nome.
- História.
- Segmento de atuação.
- Contexto de criação.
- Público atendido.
- Proposta principal.
- Visão geral da marca.
Essa parte ajuda qualquer pessoa a entender o ponto de partida da identidade.
2. Propósito
Propósito é a razão maior pela qual a marca existe.
Ele deve responder:
- Por que a marca existe?
- Que impacto ela quer gerar?
- Que problema maior deseja ajudar a resolver?
- Qual é sua contribuição para o público ou para o mercado?
Um propósito forte precisa ser verdadeiro e aplicável no dia a dia.
3. Missão
Missão é o que a marca faz no presente.
Ela responde:
- O que fazemos?
- Para quem fazemos?
- Como entregamos valor?
Exemplo:
“Oferecer soluções digitais simples para ajudar pequenos negócios a venderem com mais organização.”
4. Visão
Visão é onde a marca quer chegar.
Ela representa uma ambição futura.
Exemplo:
“Ser reconhecida como a principal referência em tecnologia acessível para pequenos empreendedores.”
5. Valores
Valores são os princípios que orientam decisões, comportamento e comunicação da marca.
Exemplos:
- Transparência.
- Simplicidade.
- Inovação.
- Acessibilidade.
- Ética.
- Colaboração.
- Humanização.
- Qualidade.
- Responsabilidade.
- Agilidade.
- Inclusão.
O brandbook pode explicar o que cada valor significa na prática.
6. Posicionamento
Posicionamento define como a marca quer ser percebida no mercado.
Ele responde:
- Para quem a marca existe?
- Que problema resolve?
- Qual diferencial oferece?
- Como quer ser lembrada?
- Por que deve ser escolhida?
- O que a torna diferente das concorrentes?
Um posicionamento claro evita comunicação genérica.
7. Público-alvo
O brandbook pode descrever quem a marca deseja alcançar.
Essa seção pode incluir:
- Perfil demográfico.
- Hábitos.
- Necessidades.
- Dores.
- Desejos.
- Objeções.
- Canais de contato.
- Critérios de decisão.
- Linguagem usada pelo público.
Conhecer o público ajuda a definir tom, visual e mensagem.
8. Personalidade da marca
Personalidade é o conjunto de características humanas atribuídas à marca.
Exemplos:
- Próxima.
- Jovem.
- Segura.
- Técnica.
- Acolhedora.
- Sofisticada.
- Simples.
- Inovadora.
- Inspiradora.
- Direta.
- Divertida.
- Premium.
- Educativa.
A personalidade orienta tanto a comunicação verbal quanto a identidade visual.
9. Tom de voz
Tom de voz é a forma como a marca fala.
O brandbook deve explicar se a marca é:
- Formal ou informal.
- Técnica ou simples.
- Próxima ou institucional.
- Inspiradora ou objetiva.
- Bem-humorada ou séria.
- Jovem ou tradicional.
- Consultiva ou promocional.
Também é importante mostrar exemplos.
Por exemplo:
Em vez de:
“Adquira agora nossa solução inovadora.”
Prefira:
“Conheça uma forma mais simples de organizar sua rotina.”
Exemplos práticos tornam o guia mais fácil de aplicar.
10. Mensagens-chave
Mensagens-chave são ideias principais que a marca deve comunicar com frequência.
Podem incluir:
- Proposta de valor.
- Diferenciais.
- Benefícios.
- Promessas possíveis.
- Provas de confiança.
- Frases institucionais.
- Argumentos comerciais.
- Pilares de comunicação.
Essas mensagens ajudam a manter campanhas, sites, anúncios e apresentações alinhados.
11. Palavras que a marca usa e evita
Essa seção ajuda muito na produção de textos.
Pode incluir:
Palavras preferidas
- Clareza.
- Evolução.
- Confiança.
- Simplicidade.
- Flexibilidade.
- Cuidado.
- Qualidade.
- Autonomia.
- Praticidade.
Palavras evitadas
- Termos agressivos.
- Promessas exageradas.
- Jargões técnicos desnecessários.
- Gírias incompatíveis com a marca.
- Expressões ambíguas.
- Palavras que geram insegurança.
Isso ajuda redatores, atendentes, vendedores e social media a manterem uma linguagem coerente.
12. Logo
A seção de logo mostra como a marca deve ser aplicada.
Ela pode incluir:
- Logo principal.
- Versões secundárias.
- Versão horizontal.
- Versão vertical.
- Símbolo.
- Versão monocromática.
- Versão negativa.
- Versão positiva.
- Aplicação em fundo claro.
- Aplicação em fundo escuro.
Essa parte evita alterações indevidas na marca.
13. Área de proteção
Área de proteção é o espaço mínimo ao redor da logo.
Ela impede que textos, imagens ou outros elementos fiquem próximos demais e prejudiquem a leitura.
O brandbook deve mostrar essa regra visualmente.
14. Redução mínima
Redução mínima define o menor tamanho permitido para a logo.
Isso garante legibilidade em:
- Assinaturas de e-mail.
- Rodapés.
- Avatares.
- Cartões.
- Brindes.
- Materiais impressos.
- Peças digitais pequenas.
15. Usos incorretos
O brandbook deve mostrar o que não fazer com a marca.
Exemplos:
- Distorcer a logo.
- Alterar cores.
- Aplicar sombra sem regra.
- Girar a marca.
- Trocar a tipografia.
- Usar baixa resolução.
- Aplicar sobre fundo sem contraste.
- Recriar a logo manualmente.
- Usar versões antigas.
- Comprimir ou esticar a marca.
Essa seção é essencial para proteger a identidade.
16. Paleta de cores
A paleta define as cores oficiais.
Ela deve incluir:
- Cores primárias.
- Cores secundárias.
- Cores neutras.
- Cores de apoio.
- Cores de destaque.
- Códigos HEX.
- Códigos RGB.
- Códigos CMYK.
- Pantone, se aplicável.
Também pode indicar proporção de uso.
Exemplo:
- Cor principal para reconhecimento.
- Cor secundária para apoio.
- Cor de destaque para chamadas.
- Cores neutras para fundos e textos.
17. Tipografia
Tipografia define as fontes oficiais da marca.
A seção pode incluir:
- Fonte principal.
- Fonte secundária.
- Fonte para títulos.
- Fonte para textos.
- Fonte alternativa.
- Pesos permitidos.
- Hierarquia de tamanhos.
- Espaçamentos.
- Exemplos de uso.
A tipografia influencia diretamente a personalidade da marca.
18. Ícones
Se a marca usa ícones, o brandbook pode orientar:
- Estilo visual.
- Espessura de traço.
- Cores permitidas.
- Tamanho.
- Nível de detalhe.
- Cantos arredondados ou retos.
- Uso correto e incorreto.
Ícones inconsistentes prejudicam a unidade visual.
19. Grafismos e elementos de apoio
Grafismos são elementos visuais que complementam a identidade.
Podem incluir:
- Formas.
- Linhas.
- Texturas.
- Padrões.
- Molduras.
- Selos.
- Gradientes.
- Ilustrações.
- Elementos decorativos.
O brandbook deve explicar como usar esses elementos sem poluir a comunicação.
20. Estilo de imagens
A marca também precisa orientar o uso de fotos, ilustrações e imagens.
A seção pode indicar:
- Tipo de fotografia.
- Enquadramento.
- Iluminação.
- Cores.
- Expressões.
- Cenários.
- Tratamento.
- Diversidade.
- Temas.
- O que evitar.
Exemplo:
Uma marca educacional pode preferir imagens de pessoas estudando, trabalhando, evoluindo profissionalmente e usando tecnologia com naturalidade.
21. Layout e composição
Essa seção orienta como organizar os elementos nas peças.
Pode incluir:
- Grid.
- Margens.
- Espaçamentos.
- Hierarquia visual.
- Uso de títulos.
- Relação entre texto e imagem.
- Posição da logo.
- Estilo de CTA.
- Organização de blocos.
Isso ajuda a criar materiais mais consistentes.
22. Aplicações da marca
O brandbook deve mostrar exemplos de aplicação.
Exemplos:
- Post de Instagram.
- Story.
- Capa de vídeo.
- Landing page.
- Site.
- E-mail marketing.
- Assinatura de e-mail.
- Apresentação.
- Cartão de visita.
- Folder.
- Banner.
- Anúncio.
- Embalagem.
- Fachada.
- Uniforme.
- Material comercial.
Aplicações tornam as diretrizes mais concretas.
23. Diretrizes para redes sociais
Se a marca atua nas redes, o brandbook pode orientar:
- Estilo das legendas.
- Uso de emojis.
- Uso de hashtags.
- Tipos de conteúdo.
- Tom em comentários.
- Respostas por direct.
- Estilo de capas.
- Padrões para vídeos.
- Identidade dos carrosséis.
- Temas permitidos.
- Temas evitados.
Redes sociais são canais onde a marca muda com frequência. Por isso, diretrizes ajudam a manter unidade.
24. Diretrizes para atendimento
Atendimento também comunica marca.
O brandbook pode orientar:
- Como cumprimentar.
- Como responder dúvidas.
- Como lidar com reclamações.
- Como pedir desculpas.
- Como explicar processos.
- Como encerrar conversas.
- Que tom usar em situações delicadas.
- Que palavras evitar.
- Como manter clareza e empatia.
Uma marca pode perder força se promete cuidado na campanha, mas atende de forma fria ou confusa.
25. Checklist de uso da marca
Um checklist ajuda na revisão final dos materiais.
Exemplo:
- A logo está correta?
- As cores seguem a paleta?
- A tipografia está adequada?
- O tom de voz combina com a marca?
- A mensagem reforça o posicionamento?
- A peça está legível?
- A imagem segue o estilo definido?
- O CTA está claro?
- Há algum uso incorreto da identidade?
- A comunicação parece pertencer à marca?
Esse tipo de checklist facilita a aplicação no dia a dia.
Como criar um brandbook?
Para criar um brandbook, é preciso organizar a marca de forma estratégica e prática.
1. Faça um diagnóstico da marca
Antes de montar o documento, analise a situação atual.
Observe:
- Como a marca se apresenta hoje.
- Quais materiais já existem.
- Quais inconsistências aparecem.
- Como a marca fala.
- Quais cores e fontes usa.
- Como é percebida pelo público.
- Como concorrentes se posicionam.
- Quais canais são mais importantes.
- Que problemas precisam ser corrigidos.
2. Defina a base estratégica
Organize os fundamentos:
- Propósito.
- Missão.
- Visão.
- Valores.
- Posicionamento.
- Público.
- Diferenciais.
- Personalidade.
- Promessa de marca.
Essa base orienta todo o restante.
3. Defina a identidade verbal
Estruture como a marca deve falar.
Inclua:
- Voz.
- Tom.
- Palavras preferidas.
- Palavras evitadas.
- Exemplos de frases.
- Mensagens-chave.
- CTAs.
- Diretrizes por canal.
A identidade verbal evita que cada equipe escreva de um jeito.
4. Estruture a identidade visual
Organize os elementos visuais:
- Logo.
- Cores.
- Tipografia.
- Ícones.
- Grafismos.
- Imagens.
- Layouts.
- Aplicações.
- Usos incorretos.
Essa parte precisa ser visual, clara e objetiva.
5. Crie exemplos reais
Inclua exemplos que mostrem como a marca se comporta na prática.
Exemplos:
- Post.
- Anúncio.
- Landing page.
- E-mail.
- Apresentação.
- Peça impressa.
- Atendimento.
- Material comercial.
Quanto mais próximos da realidade da marca, melhor.
6. Organize os arquivos
Além do documento, a empresa deve manter os ativos organizados.
Exemplos:
- Logos.
- Templates.
- Fontes.
- Ícones.
- Grafismos.
- Paleta.
- Apresentações.
- Modelos de post.
- Assinaturas.
- Arquivos editáveis.
O brandbook funciona melhor quando os arquivos estão fáceis de acessar.
7. Atualize quando necessário
Brandbook não deve ser esquecido depois de pronto.
Ele precisa ser atualizado quando houver:
- Rebranding.
- Nova identidade visual.
- Mudança de posicionamento.
- Novos públicos.
- Novos produtos.
- Novos canais.
- Mudança no tom de voz.
- Inconsistências frequentes.
Marca viva precisa de guia vivo.
Quem deve usar o brandbook?
O brandbook deve ser usado por qualquer pessoa que comunique ou represente a marca.
Exemplos:
- Designers.
- Redatores.
- Social media.
- Copywriters.
- Equipe de marketing.
- Equipe de vendas.
- Atendimento.
- Comunicação interna.
- Recursos humanos.
- Agências.
- Fornecedores.
- Produtores de vídeo.
- Fotógrafos.
- Desenvolvedores.
- Gestores.
- Parceiros.
Quanto mais pessoas produzem materiais para a marca, mais necessário o brandbook se torna.
Brandbook para pequenas empresas
Pequenas empresas também podem ter brandbook.
Ele não precisa ser enorme.
Um brandbook simples pode conter:
- Logo.
- Cores.
- Tipografia.
- Tom de voz.
- Posicionamento.
- Público.
- Exemplos de aplicação.
- Usos incorretos.
- Templates básicos.
Mesmo um guia enxuto já ajuda a evitar improvisos e manter profissionalismo.
Brandbook para marcas digitais
Marcas digitais precisam de diretrizes específicas para o ambiente online.
Inclua regras para:
- Site.
- Redes sociais.
- Anúncios.
- Landing pages.
- E-mails.
- Vídeos.
- Thumbnails.
- Banners.
- Interface.
- WhatsApp.
- Chat.
- Aplicativos.
- Materiais de conteúdo.
No digital, a marca aparece em muitos formatos. O brandbook ajuda a manter reconhecimento em todos eles.
Brandbook para redes sociais
Nas redes sociais, a marca precisa ser consistente, mas também flexível.
O brandbook pode orientar:
- Padrões visuais.
- Capas.
- Carrosséis.
- Legendas.
- Stories.
- Reels.
- Respostas.
- Hashtags.
- Uso de trends.
- Uso de memes.
- Temas recorrentes.
- Temas evitados.
- CTAs.
- Frequência de elementos visuais.
Isso evita que cada post pareça pertencer a uma marca diferente.
Brandbook para atendimento
Atendimento é uma parte muito importante da experiência de marca.
Um brandbook pode orientar:
- Tom das respostas.
- Grau de formalidade.
- Forma de acolher reclamações.
- Padrão de explicações.
- Palavras proibidas.
- Frases recomendadas.
- Como lidar com atrasos.
- Como pedir desculpas.
- Como comunicar solução.
- Como encerrar atendimento.
A marca também é construída no pós-venda, no suporte e nas respostas difíceis.
Exemplos práticos de uso do brandbook
Exemplo 1: criação de post
Um social media consulta o brandbook para saber:
- Quais cores usar.
- Qual tipografia aplicar.
- Como escrever a legenda.
- Qual tom de voz seguir.
- Que tipo de imagem escolher.
- Como usar o CTA.
Exemplo 2: criação de anúncio
Uma equipe de mídia consulta o brandbook para garantir que:
- O criativo siga a identidade visual.
- A promessa esteja alinhada.
- A linguagem não fuja do tom.
- A marca esteja aplicada corretamente.
- O CTA seja compatível com a comunicação.
Exemplo 3: atendimento ao cliente
Um atendente consulta as diretrizes para responder com clareza, empatia e coerência, sem usar frases que destoem da marca.
Exemplo 4: apresentação comercial
A equipe de vendas usa o brandbook para montar uma apresentação com cores, fontes, argumentos e linguagem alinhados à marca.
Exemplo 5: contratação de fornecedor
Uma agência externa recebe o brandbook para criar peças sem descaracterizar a identidade.
Benefícios de ter um brandbook
Mais consistência
A marca passa a se comunicar da mesma forma em diferentes canais.
Mais reconhecimento
O público identifica a marca com mais facilidade.
Mais profissionalismo
Materiais ficam mais organizados e coerentes.
Menos retrabalho
Equipes perdem menos tempo corrigindo peças desalinhadas.
Melhor alinhamento interno
Todos entendem como a marca deve ser aplicada.
Mais clareza para fornecedores
Agências e parceiros recebem orientações objetivas.
Mais força de marca
A repetição coerente fortalece lembrança e percepção.
Mais controle
A empresa reduz riscos de usos incorretos da identidade.
Mais escalabilidade
A marca consegue crescer sem depender apenas de orientação verbal.
Erros comuns ao criar um brandbook
Fazer só um documento visual
Brandbook não deve ser apenas logo, cores e fontes. Ele também precisa orientar posicionamento e linguagem.
Usar frases genéricas
Propósito, valores e tom de voz precisam ser específicos.
Não incluir exemplos
Exemplos tornam o guia mais fácil de aplicar.
Criar regras rígidas demais
O brandbook deve orientar sem bloquear a criatividade.
Não atualizar
Um brandbook antigo pode deixar de refletir a marca atual.
Ignorar canais digitais
Hoje, marcas precisam de diretrizes para redes sociais, anúncios, e-mails e interfaces.
Não orientar atendimento
Atendimento também é comunicação de marca.
Não disponibilizar arquivos
Diretrizes sem logos, templates e arquivos organizados dificultam o uso.
Criar um documento bonito, mas pouco prático
O brandbook precisa ser fácil de consultar no dia a dia.
Boas práticas para um bom brandbook
- Comece pela estratégia.
- Defina a personalidade da marca.
- Organize o tom de voz.
- Inclua regras visuais claras.
- Mostre aplicações reais.
- Explique o que fazer e o que evitar.
- Use linguagem simples.
- Inclua exemplos de textos.
- Oriente canais digitais.
- Pense em atendimento e vendas.
- Mantenha arquivos acessíveis.
- Atualize o documento periodicamente.
- Treine equipes para usar o guia.
- Transforme o brandbook em ferramenta de trabalho.
Brandbook vale a pena?
Sim. Brandbook vale a pena porque ajuda a marca a ser mais consistente, reconhecível e profissional.
Ele evita improvisos, reduz erros de aplicação e facilita o trabalho de todos que produzem materiais em nome da marca.
Mesmo marcas pequenas podem se beneficiar de um guia simples. Já marcas maiores precisam ainda mais desse tipo de documento, porque a comunicação passa por muitas pessoas, canais e formatos.
No fim, o brandbook é uma ferramenta para proteger e fortalecer a identidade da marca.
Ele organiza o que a marca é, como ela fala e como ela aparece, garantindo que cada ponto de contato contribua para a mesma percepção.
Perguntas frequentes sobre brandbook o que é
Brandbook: o que é?
Brandbook é um guia de marca que reúne diretrizes estratégicas, visuais e verbais para orientar como a marca deve ser apresentada, comunicada e aplicada.
Para que serve um brandbook?
Serve para manter consistência na identidade visual, no tom de voz, nas mensagens e nas aplicações da marca em diferentes canais e materiais.
O que tem dentro de um brandbook?
Um brandbook pode incluir propósito, missão, visão, valores, posicionamento, público, personalidade, tom de voz, mensagens-chave, logo, cores, tipografia, imagens e exemplos de aplicação.
Brandbook é igual a manual de marca?
Não exatamente. O manual de marca costuma focar nas regras visuais. O brandbook é mais amplo e pode incluir estratégia, linguagem, personalidade e comunicação.
Qual é a diferença entre brandbook e identidade visual?
Identidade visual é o conjunto de elementos visuais da marca. Brandbook é o documento que reúne identidade visual, estratégia, linguagem e diretrizes de aplicação.
Quem deve usar o brandbook?
Designers, redatores, social media, marketing, vendas, atendimento, agências, fornecedores, gestores e qualquer pessoa que produza materiais da marca.
Toda empresa precisa de brandbook?
Toda empresa que deseja manter consistência de marca se beneficia de um brandbook, mesmo que seja uma versão simples e enxuta.
Como fazer um brandbook?
Para fazer um brandbook, defina a estratégia da marca, organize identidade verbal, estruture identidade visual, crie exemplos de aplicação e documente regras claras de uso.
Brandbook precisa ser grande?
Não. Um brandbook pode ser simples ou completo. O mais importante é que seja claro, útil e aplicável à realidade da marca.
Por que o brandbook é importante?
Porque ajuda a marca a ser mais reconhecível, coerente, profissional e fácil de aplicar em todos os pontos de contato com o público.

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